domingo, 18 de maio de 2014

Tetraz de colar

               Tetraz de Colar

Durante o acasalamento, para corteja a fêmea, o tetraz de colar: eriça as penas do pescoço, abre a cauda em leque, infla os sacos de ar que ficam na garganta e começa a bater as asas, cada vez mais acelerado, a ponto de nem poder vê-las. Com essas batidas o tetraz provoca a deslocação do ar, que resulta num ruído crepitante.
Nascem de sete a quinze filhotes em cada ninhada; a fêmea os escondem na folhagem enquanto não aprendem a voar.

No inverno, os dedos se abrem para funcionar como raquetas, usadas para andar na neve. 
A batida de asas do Tetraz de colar.

domingo, 4 de maio de 2014

Eu fenomenal

            Eu fenomenal
Eu fenomenal é conceito que a pessoa tem de si mesma e suas aptidões, determina oque faz e maneira como se comportar. A necessidade básica de todos é preservar e valorizar o eu fenomenal, e as características de todas as partes do campo são dirigidas por essa necessidade.
Natureza do eu fenomenal
Mesmo sendo falado no singular, o eu fenomenal está longe de ser uma função unitária, pois é composta de todas as funções que o individuo tem a seu respeito, e a respeita de suas relações com o mundo ambiente.
Por ser complexo deduz que o eu fenomenal age de maneira inconsistente, mas é exatamente ao contrario, é uma função altamente organizada, que atua de maneira consistente e previsível.
Influências culturais no desenvolvimento do eu fenomenal
A cultura que o individuo nasce é um fator muito poderoso no desenvolvimento do eu fenomenal; embora a criança nasça num mundo de objetos físicos, estes objetos estão sujeitos a interpretações especificas da cultura; assim o eu fenomenal torna-se o produto da cultura.
            Seleção de percepções
Um dos fatores que contribui para estabilidade do eu fenomenal é a percepção; quando a experiência se estabelece ao eu fenomenal, este só pode interpretar as funções desse eu; ou seja, todas as percepções significativas para o individuo, adquirem sentido a partir da relação estabelecida com o eu fenomenal já existente.
       Modificações do eu fenomenal
Mesmo depois de estabelecido, ainda é possível que haja modificações para o eu fenomenal; durante toda a vida do individuo é provável que ocorra essas modificações, à medida que percebe a relação dos outros a ele.
    Aceitação
Aceitação é uma função importante para a mudança do eu fenomenal; pois é um novo conceito no eu fenomenal do individuo, através de uma nova diferenciação do eu. A aceitação pode ocorrer em uma ou varias das seguintes maneiras:
·        Mudança gradual: essas mudanças ocorrem de maneira lenta e gradual, de modo que o individuo às vezes nem percebe.
·        Mudança traumática: com menos frequência também parecem ocorrer mudanças com alguns tipos de choques traumáticos, quando toda a organização do individuo está ameaça.
·        Mudanças protegidas pelo grupo: essa mudança ocorre quando um individuo é aceito por um setor da sociedade do qual participa.


A formação da auto - identidade

A formação da auto – identidade
A fase final e conclusiva da infância é a adolescência; o processo adolescente só é completado definitivamente quando o individuo subordinou suas identificações da infância a um novo tipo de identificação, obtida através da absorvição da sociabilidade e com aprendizagem competitiva com os companheiros da mesma idade, e entre eles. Essas novas identificações obrigam o individuo jovem a escolher e a tomar decisões que o conduzirão a uma auto – definição final, a padrões de papeis irreversíveis e assim a compromissos “para o resto da vida”.
As sociedades oferecem, à medida que os indivíduos o exigem, períodos intermediários entre a infância e a vida adulta; a tarefa a ser realizada pelo jovem e sua sociedade é extraordinária nesse momento, pois exigem grandes diferenças na duração, na intensidade e na ritualização da adolescência; em diferentes indivíduos em sociedades diferentes.
    Moratória psico – social
É o período durante o qual o individuo pode encontrar (através da experimentação livre de papeis) um “nicho” em setor da sociedade, que pareça ter sido feito exclusivamente para ele. Depois de encontrado, o adulto jovem tem a confiança da continuidade interior e uniformidade social, que o transpõe do que ele era (como criança), para oque está para se tornar; e assim reconcilia sua concepção de si mesmo e o reconhecimento de sua pessoa pela comunidade.
         Identificações
A identificação tem uma utilidade limitada; as crianças em fases diferentes de seu desenvolvimento identifica-se com aspectos parciais das pessoas que as influenciam de maneira mais imediata, seja na realidade ou fantasia.
O destino das identificações infantis depende da interação satisfatória da criança com uma hierarquia de papeis significativos e em que se pode ter confiança.

A formação da identidade começa onde termina a utilidade da identificação.

A noção do eu

              A noção do eu
A noção “eu” existem certas perplexidades para muitos; como os filósofos que tentam descobrir se o eu designa de uma substância especifica e independente, e em que consiste a identidade do “eu” indivisível e continua; já os teólogos discutem sobre oque no individuo, que se salva ou se condena. Até as crianças às vezes se pergunta “oque aconteceria se eu virasse você e você virasse eu?” ou “onde eu esta antes de nascer ?”
Quando uma criança se pergunta (sem compromisso ou aparelho teórico) pela primeira vez “quem sou eu?” ela não se refere ao nome (ou sobre nome), idade, sexo, nacionalidade, ou posição social; mais é sobre oque seu “eu” representa, alguma coisa que ainda está por descrever; uma coisa muito importante e única, na medida em que nem ela, nem coisa alguma como ela, pertence a qualquer outra pessoa, só podendo haver uma delas.


A descrição psicanalítica da personalidade

A descrição psicanalítica da personalidade
A personalidade total consiste em três sistemas básicos: id, ego, superego.
A harmonia entre os três permite ao individuo realizar interações eficientes com o ambiente, a fim de satisfazer suas necessidades.
                       Id
O id tem como função satisfazer o princípio primordial ou inicial da vida, denominado “principio do prazer”; o objetivo deste princípio é libertar o individuo da tensão, ou reduzi-la a um baixo nível, para mantê-la estável, na medida do possível. A tensão é sentida como dor ou inquietação, enquanto que o alivio desta é sentido como prazer ou satisfação; ou seja, o princípio do prazer consiste em evitar o dor e encontrar o prazer.
Em sua forma inicial, o id é o aparelho de reflexos que descarrega imediatamente, qualquer excitação sensorial que o atinja através das vias motoras.
Ex: Quando uma luz reflete nos olhos de uma pessoa, seu primeiro ato é fechar os olhos.
Processos primários: ocorre quando o ego não consegue satisfazer a necessidade, para reduzir a tensão provocada por ela, o id recria uma imagem do objeto de desejo, com as informações armazenadas na memoria; pois o id não diferencia devaneio de realidade.
Nota: O id não só é considerado o lado animal e infantil, como também é a parte obscura e inacessível da personalidade (reconhecido por Freud).
                             Ego
O ego é executor da personalidade, deve controlar e dirigir o id e o superego, além de manter as trocas com o mundo exterior, no interesse da personalidade total e de suas progressivas necessidades.
Ex: O id mostra uma necessidade, seja ela de suprir a fome ou satisfazer-se sexualmente; cabe ao ego correr atrás de alimentos ou de uma parceira (o).
                          Superego
O superego é ramo moral e judicial da personalidade, busca a perfeição não a realidade ou prazer; ele representa na personalidade, os valores e os ideais da sociedade, de acordo sua transmissão de pai á filho. Mas o superego de uma criança não é reflexo da conduta dos pais, mais sim do superego deles.
Ex: Um adulto pode dizer uma coisa e fazer outra, mas é oque foi dito (apoiado por ameaças e prêmios) que contará para os padrões de formação éticos de uma criança.
O superego é formado por dois subsistemas:
·        Ego – ideal: corresponde a concepção do que seus pais consideram moralmente correto.
Consciência moral: correspondem às concepções da criança quanto ao que é moralmente mau, e tais concepções se estabelecem através de experiências com punição.
Nota: quando o ego consegue controlar o id e superego de maneira sensata e harmoniosa, o ajustamento predomina, quando não consegue aí ocorre a desarmonia e o desajustamento.



Gambá - Norte - Americano

      Gambá – norte – americano

O gambá não tem muitos problemas com predadores, por causa do seu liquido oleoso e fedorento, mas pode acontecer de aparecer um (por estar muito faminto); quando isso acontece, primeiro ele escava o chão e dá algumas cabriolas de advertência; caso o animal insista, ele se vira e expele seu liquido; se acertar, o animal desistira da luta, pois o liquido causa náuseas tão violentam e persistentes, que o coração do animal chega ate a diminuir ritmo das batidas.
Depois do desmame os filhotes saem da toca, sempre em fila indiana; assim quase nunca se perdem, quando algum deles sai da fila, a mãe logo percebe e o recoloca de volta nela.
Animal de hábitos noturnos e crepusculares anda solitário ou em pequenos grupos. Às vezes fica em pé para dar maior alcance a visão.
Por ser parcialmente imune ao veneno das cobras, quando as encontra luta com elas e as devora; caso seja picado durante a luta (contanto que a dose injetada não seja alta), ele sobrevivera numa boa.


Lobo - Guará

                Lobo – Guará

Quando nasce o lobo – guará pelo preto com manchas brancas na ponta das orelhas e da cauda, e adquiri a cor fulva ao chegar à fase adulta. Mesmo sendo da família dos canídeos o lobo – guará não tem o olfato tão aguçado como os demais; mais em compensação, ele bem durante o entardecer e a noite; por isso caça quase sempre nesses horários.
Animal de hábitos solitários e sempre apressado, de vez em quando para e emite um uivo prolongado, como apelo a outro lobo do sexo oposto.

O lobo – guará pode chegar a uns 70 km/h, graças as suas longas pernas, a agilidade, e seu folego; com esses atributos, na perseguição de uma presa, quase sempre alcança ela em curta corrida.